Recortes sobre o mundo relacional.
Um estudo da Publicis revela que 38% dos espanhóis procuram gratificação imediata — um reflexo de uma cultura dominada pela dopamina. As férias de verão podem ser uma oportunidade para ativar a serotonina: a hormona da calma, das relações e do bem-estar duradouro.
Rui Marques
Jul 2025
O que nos sobra, enquanto vantagem competitiva, para não sermos esmagados pelos impactos da inteligência artificial? O domínio do relacional — se ativado — será uma das vantagens humanas mais expressivas perante a IA.
Num tempo de políticas segregacionistas na América, Ed Sullivan — um branco de família irlandesa — convidou sucessivamente artistas negros para o seu programa, nunca cedendo a pressões. Uma lição sobre coragem, justiça e o poder de agir onde se está.
Quando regressamos de férias e preparamos um novo ciclo, procuramos algo que nos inspire. A busca da excelência pode ser uma boa escolha — mas precisa de ser bem interpretada. «Para o bem de todos, o melhor de cada um.»
Das leituras de férias, uma passagem do livro «Esperança» do Papa Francisco sobre a experiência de guerra do seu avô — e os gestos de humanidade que sobrevivem mesmo nas trincheiras.
"O que mata uma civilização, mais do que qualquer outra coisa, é a falta de confiança. Podemos destruir-nos tão eficazmente com cinismo e desilusão como com bombas." Uma citação de Kenneth Clark, recuperada por Fareed Zakaria em «Era das Revoluções».
O relatório Trends Shaping Education 2025 descreve um mundo marcado por tensões geopolíticas, crises ecológicas, rápidas transformações tecnológicas, polarização política e mudanças profundas na saúde física e mental — e coloca a educação no centro da resposta coletiva.
«The Thinking Game» acompanha, durante cinco anos, o trabalho da DeepMind e dos seus principais protagonistas enquanto tentam responder a algumas das questões mais difíceis sobre o pensamento humano e a inteligência artificial.
Alguns especialistas consideram que os conflitos não resolvidos ou não adequadamente geridos constituem o maior custo evitável em muitas empresas. Os números são reveladores.
Jamil Zaki, investigador de neurociência social em Stanford, fala sobre o cinismo como uma força sistemática — e a empatia como ato de resistência.
Vivemos um tempo profundamente paradoxal. Nunca tivemos tantas formas de comunicar, tantas ferramentas de ligação, tantas possibilidades de contacto — e, ainda assim, nunca foi tão frequente experimentar a distância, a solidão e a fragmentação.
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